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Pai : APARECIDO VILLAR , Mãe : ANA CRISTINA CABRAL DOS SANTOS
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Sejam bem vindos! Este blog visa servir de elo de troca de informações e com um pouco de sorte reencontro de pessoas desaparecidas. Por isso divulgue-o se conhecer alguém que tenha parentes desaparecidos.
sábado, 17 de novembro de 2012
THALITA DOS SANTOS VILLAR - DESAPARECIDA
Edenilso Muller - DESAPARECIDO
FONTE
Weslley Rovani da Silva
FONTE
Leticia de Oliveira - DESAPARECIDA
FONTE
Elicéia Silveira - DESAPARECIDA
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PROGRESSÃO DE IDADE |
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NOVA PROGRESSÃO DE IDADE |
Caso de Elicéia Silveira
A triste
trajetória de uma mãe em busca da filha
Um drama
vivido por centenas de mães, pais, irmãos...
A pequena
Elicéia Silveira está desaparecida desde o dia 18 de março de 1995 quando
saiu de casa, no bairro Agronômica, na área central da Capital´Catarinense,
para comprar remédios em uma farmácia próxima. Depois daquele dia a mãe nunca
mais teve informações da filha.
A mãe Maria
Inês Silveira moveu mundos e fundos. Distribuiu a foto de Elicéia pelo Brasil,
Paraguai, Uruguai e Argentina. No dia 19 de janeiro de 1999, surgiu a notícia
de que Elicéia teria sido encontrada em Minas Gerais.
Esperança:
Na tarde de
uma segunda-feira de 1999, a menina foi localizada. A assistente social do
Fórum de Divinópolis, Gláucia Ribeiral Pereira, 32 anos, disse por telefone que
Elicéia foi conduzida por policiais militares da cidade mineira a um centro de
abrigo para indigentes, da Prefeitura, porque promovia desordens no centro do
município.
Segundo a
assistente social, a menina fugiu do local, mas os PMs a encontraram novamente
e a entregaram para o comissário de menores Moacir Militão, que trabalha na
rodoviária de Divinópolis. No fórum, a garota disse que era de Florianópolis,
informou o nome da mãe, mas que não lembrava de muita coisa.
A história
"Naquele
dia (18 de março de 1995) Elicéia nos contou que este casal parou o carro,
enquanto ela estava indo à uma farmácia comprar remédios, e a convidou para dar
uma volta", detalha Gláucia. A menina não soube precisar quanto tempo
estava nas ruas depois que fugiu de Passos. Lembra apenas que pegou carona em
um posto de gasolina junto com uma garota que estaria indo para Divinópolis
trabalhar em uma boate.
Depois de
muita insistência, Gláucia conseguiu que a menina contasse mais sobre a sua
chegada a Minas Gerais. Disse que havia fugido da casa de um casal em Passos
(interior do Estado mineiro), a cerca de 400 quilômentros de Divinópolis,
porque o dono da fazenda queria lhe esfaquear. Mas que já teria morado em
Marília, Guarulhos e Bauru, todas cidades de São Paulo, depois que foi levada
por este casal, cujo nomes a garota não pronunciou à assistente.
Durante o
tempo que ficou nas ruas a menina sofreu abusos sexuais, segundo contou à
assistente. Glaucia diz que Elicéia está muito nervosa e traumatizada. "O
maior medo da garota é de que a mãe não goste dela", comenta.
Preparando o reencontro:
Florianópolis
- O reencontro de Elicéia Silveira, 13 anos, com a sua mãe, a doméstica Maria
Inês Silveira, aconteceria em Divinópolis, a 110 quilômetros de Belo Horizonte
(MG).
Em
Florianópolis a notícia de que Elicéia Silveira havia sido encontrada
causou euforia entre os moradores da vila Santa Rosa, em
Agronômica. Passaram o dia organizando a recepçãopara a garota.
"Só
acredito que a encontraram vendo", dizia o músico Sílvio Alves, 29 anos,
enquanto ajudava a colorir uma das faixas que foi pendurada em frente à casa da
garota, com os seguintes dizeres: "Eu mamãe e Zaila estamos te esperando.
Seja bem vinda Elicéia". Maria Inês, por sua vez, preferiu não conversar
com os repórteres para se dedicar inteiramente aos preparativos.
Disse apenas
que se pudesse "já teria ido a Minas Gerais ao encontro da minha filha.
Mas a polícia preferiu ir junto".
Bem
diferente de Maria Inês, a garotinha Jaqueline Melo, 8 anos, não parava de
falar. "Estou muito alegre. Não vejo a hora de brincar com ela (Elicéia)
de novo. A gente gostava mesmo era de pega-pega e esconde-esconde",
relembra.
Decepção: Falsa garota
Maria
Cristina foi ao encontro da garota em Minas e descobriu que ela se fez
passar por Elicéia depois de ver um cartaz. Foi constatado que não era ela.
Em novembro de 2004, outra menina, com a mesma idade de Elicéia, apareceu na Paraíba. A garota contou detalhes da infância, mas um exame de DNA mostrou que se tratava de outra impostora. (RS)
Continuam as
buscas
Elicéia
sumiu quando tinha oito anos. Há qse 14 anos, seu nome e sua foto ganharam
espaço na mídia. Se estiver viva, Elicéia Silveira deve ter 22 anos hoje.
Qualquer
notícia, informação ou algo que ajude a encontrar a garota devem ser
enviados à Polícia Civil ou pelo e-mail: contatoDESAPARECIDOS@gmail.com
domingo, 11 de novembro de 2012
LESÕES AFETIVAS - POR EMMANUEL
Um tipo de auxílio raramente lembrado: o respeito que
devemos uns aos outros na vida particular.
Caro é o preço que pagamos pelas lesões afetivas que
provocamos nos outros.
Nas ocorrências da Terra de hoje, quando se escreve e
se fala tanto, em torno de amor livre e de sexo liberado, muito poucos são os
companheiros encarnados que meditam nas consequências amargas dos votos não
cumpridos.
Se habitas um corpo masculino, conforme as tarefas que
foram assinaladas, se encontraste essa ou aquela irmã que se te afinou como o
modo de ser, não lhe desarticulares os sentimentos, a pretexto de amá-la, se
não estás em condição de cumprir com a própria palavra, no que tange a
promessas de amor. E se moras presentemente num corpo feminino, para o
desempenho de atividades determinadas, se surpreendeste esse ou aquele irmão
que se harmonizou com as tuas preferências, não lhe perturbes a sensibilidade
sob a desculpa de desejar-lhe a proteção, caso não estejas na posição de quem
desfruta a possibilidade de honorificar os próprios compromissos.
Não comeces um romance de carinho a dois, quando não
possas e nem queiras manter-lhe a continuidade.
O amor, sem dúvida, é lei da vida, mas não nos será
lícito esquecer os suicídios e homicídios, os abortos e crimes na sombra, as
retaliações e as injúrias que dilapidam ou arrasam a existência das vítimas,
espoliadas do afeto que lhes nutria as forças, cujas lágrimas e aflições clamam,
perante a Divina Justiça, porque ninguém no mundo pode medir a resistência de
um coração quando abandonado por outro e nem sabe a qualidade das reações que
virão daqueles que enlouquecem, na dor da afeição incompreendida, quando isso
acontece por nossa causa.
Certamente que muito desses delitos não estão
catalogados nos estatutos da sociedade humana; entretanto, não passam
despercebidos nas leis de Deus que nos exigem, quando na condição de
responsáveis, o resgate justo.
Tangendo este assunto, lembramo-nos automaticamente de
Jesus, perante a multidão e a mulher sofredora, quando afirmou peremptório: “ aquele
que estiver isento de culpa, atire a primeira pedra”.
Todos nós, os espíritos vinculados à evolução da Terra,
estamos altamente compromissados em matéria de amor e sexo, e, em matéria de
amor e sexo irresponsáveis, não podemos estranhar os estudos respeitáveis nesse
sentido, porque, um dia, todos seremos chamados a examinar semelhantes
realidades, especialmente as que se relacionem conosco, que podem efetivamente
ser muito amargas, mas que devem ser ditas.
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